{"id":187,"date":"2024-08-27T12:27:14","date_gmt":"2024-08-27T15:27:14","guid":{"rendered":"https:\/\/igrejadeus.com.br\/cursos\/?p=187"},"modified":"2024-08-27T12:27:14","modified_gmt":"2024-08-27T15:27:14","slug":"usos-e-costumes-da-igreja-de-deus-no-brasil-parte-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/igrejadeus.com.br\/cursos\/usos-e-costumes-da-igreja-de-deus-no-brasil-parte-2\/","title":{"rendered":"Usos e costumes da Igreja de Deus no Brasil parte 2"},"content":{"rendered":"<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Usos e costumes da Igreja de Deus - Parte 2\" width=\"500\" height=\"281\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/9oPkEnThJUg?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>II. PUREZA MORAL<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Devemos participar somente daquelas atividades que glorificam a Deus em nosso corpo e evitam a excita\u00e7\u00e3o dos desejos da carne. Devemos exercer vigil\u00e2ncia quanto ao que lemos, ouvimos e vemos, \u00e0 fim de que somente benef\u00edcios advenham ao nosso bem-estar espiritual. A. Glorifica\u00e7\u00e3o a Deus Pelo Nosso Corpo<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">1. Nosso corpo \u00e9 o templo do Esp\u00edrito Santo e atrav\u00e9s dele devemos glorificar a Deus (Rm 12:1, 2; I Cor 6:19-20; 10:31). \u00c9 nosso dever andar no Esp\u00edrito e n\u00e3o satisfazer os desejos da carne (Gl 5:16).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">2. As Escrituras cont\u00e9m v\u00e1rias passagens que exemplificam algumas condutas carnais, que n\u00e3o glorificam a Deus; (Rm 1:24; I Co 6:9; Gl 5:19, 20; Ap 21:8). As pr\u00e1ticas pecaminosas mais<br \/>\nfreq\u00fcentemente indicadas nestas passagens s\u00e3o: homossexualismo, adult\u00e9rio, atitudes mundanas (\u00f3dio, inveja, ci\u00fames), conversa\u00e7\u00e3o leviana (fofocas, palavr\u00f5es, discrimina\u00e7\u00f5es), roubos,<br \/>\nassassinatos, embriaguez, macumbarias, etc. A macumbaria tem a ver com o ocultismo, que conduz \u00e0 adora\u00e7\u00e3o \u00e0 satan\u00e1s.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<strong>B. Lendo, Vendo e Ouvindo.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A literatura que lemos, os programas que vemos e a m\u00fasica que ouvimos, afetam profundamente a forma como sentimos, pensamos e nos comportamos. Torna-se imperativo ent\u00e3o, que o crist\u00e3o leia, ou\u00e7a e veja aquilo que o inspire, instrua e o desafie a um n\u00edvel mais elevado de vida. Por conseguinte: deve-se evitar literaturas, m\u00fasicas e programas que sejam mundanos no seu conte\u00fado ou pornogr\u00e1fico em sua natureza. O crist\u00e3o n\u00e3o deve assistir apresenta\u00e7\u00f5es que sejam de natureza imoral em TV, cinemas, teatros ou outros meios. (Rm 13:14; Fl 4:8).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>C. Do Bom Proceder Para o Bem-estar Espiritual<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">1. O uso do tempo livre da vida crist\u00e3 deve ser caracterizado pelas atividades que edifiquem tanto individualmente quanto coletivamente o corpo de Cristo (Rm 6:13; I Co 10:31, 32).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">2. Deve-se evitar lugares e pr\u00e1ticas mundanas imorais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">3. Um crist\u00e3o n\u00e3o deve participar de nenhum tipo de entretenimento ou divers\u00e3o que apelem \u00e0 natureza carnal ou tragam descr\u00e9dito ao bom testemunho crist\u00e3o (II Co 6:17; I Ts 5:21; I Jo 2:15).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>III. INTEGRIDADE PESSOAL<\/strong><br \/>\nDevemos viver de tal maneira, que inspiremos responsabilidade e confian\u00e7a, sempre cheios do Esp\u00edrito Santo e procurando manifestar o car\u00e1ter de Cristo em nossa conduta.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>A. Responsabilidade e Confian\u00e7a<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">1. Um crist\u00e3o deve ser uma pessoa confi\u00e1vel, e que cumpra sua palavra (Mt 5:37; I Pd 2:11, 12).<br \/>\n2. Cristo, por preceito e exemplo, ensinou que devemos amar nossos inimigos e preferir honrar ao nosso semelhante (Mt 5:43-48; Rm 12:10; Fp 2:3; I Jo 3:16). Nossa conduta deve ser tal, que<br \/>\nleve outros a Cristo (Mt 5:16; I Co 11:11).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>B. Fruto do Esp\u00edrito<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Devemos viver no Esp\u00edrito, manifestando os frutos do Esp\u00edrito (atitudes e a\u00e7\u00f5es) e n\u00e3o satisfazendo os desejos da carne (Gl 5:16, 22-25; I Jo 1:7). As rela\u00e7\u00f5es de confian\u00e7a com os outros<br \/>\ns\u00e3o resultados de nossa rela\u00e7\u00e3o positiva com o Senhor (Sl 1:1,2; Mt 22:37-40). Seremos julgados se n\u00e3o os apresentarmos em nossa vida (Mt 7:16-20; Lc 13:6-9; Jo 15:1-8).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>C. O Car\u00e1ter de Cristo<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">1. Uma das caracter\u00edsticas de Cristo foi o amor ao pr\u00f3ximo (Jo 13:34,35; 15:9-13; Jo 4:7-11).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">2. Em sua rela\u00e7\u00e3o com o Pai, Jesus mostrou submiss\u00e3o (Lc 22:42; Jo 4:34; 5:30).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">3. Em sua rela\u00e7\u00e3o com o pr\u00f3ximo, Jesus mostrou aceita\u00e7\u00e3o, (Jo 8:11) compaix\u00e3o, (Mt 9:36; Mc 6:34) e perd\u00e3o (Mt 9:2; Lc 5:20).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">4. N\u00e3o h\u00e1 possibilidade de manifestarmos o fruto do Esp\u00edrito e o car\u00e1ter de Cristo, sem estarmos espiritualmente unidos a Ele (Jo 15:4, 5), e sem ter a semente da Palavra plantada em<br \/>\nnossos cora\u00e7\u00f5es (Jo 15:3; I Pd 1:22,23).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>IV. RESPONSABILIDADE FAMILIAR<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00c9 nosso dever, o cumprimento das responsabilidades familiares, a preserva\u00e7\u00e3o da santidade do matrim\u00f4nio e manuten\u00e7\u00e3o da ordem divina no lar.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>A. A Prioridade da Fam\u00edlia<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A fam\u00edlia \u00e9 a unidade b\u00e1sica das rela\u00e7\u00f5es humanas, e como tal \u00e9 fundamental, tanto para a sociedade civil como para a Igreja (Gn 2:18-24). A origem divina da fam\u00edlia e seu car\u00e1ter<br \/>\nfundamental, urge que demos prioridade \u00e0 sua ministra\u00e7\u00e3o, tanto do ponto de vista pessoal como coletivo. A pr\u00e1tica das disciplinas e virtudes crist\u00e3s deve come\u00e7ar no lar (Dt 6:6, 7). Portanto, as fam\u00edlias crist\u00e3s devem estabelecer um padr\u00e3o de vida devocional e esfor\u00e7ar-se para prover um ambiente crist\u00e3o no lar (I Tm 3:2; 5:8).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<strong>B. A Santidade do Matrim\u00f4nio <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">1. O matrim\u00f4nio foi ordenado por Deus, sendo uma uni\u00e3o espiritual, na qual, um homem e uma mulher s\u00e3o unidos por Deus, para viverem juntos numa s\u00f3 carne (Gn 2:24; Mc 10:7). Devido ao seu car\u00e1ter divino, o matrim\u00f4nio, \u00e9 um compromisso para toda a vida, sendo o adult\u00e9rio, a \u00fanica e clara<br \/>\nconcess\u00e3o b\u00edblica para o div\u00f3rcio (Mt 5:32; 19:9).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">2. A rela\u00e7\u00e3o sexual extraconjugal \u00e9 estritamente proibida pela B\u00edblia (Ex 20:14; I Co 6:15-18). Entendido assim, a santidade do matrim\u00f4nio, os c\u00f4njuges devem esfor\u00e7ar-se, para manter uma rela\u00e7\u00e3o feliz, harmoniosa e santa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">3. Na ocorr\u00eancia de div\u00f3rcio, a Igreja deve prontamente ajudar com amor, conselho e compreens\u00e3o a todos os envolvidos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">4. Um segundo casamento de pessoas divorciadas, somente poder\u00e1 ocorrer depois de entendimentos e completa submiss\u00e3o \u00e0s instru\u00e7\u00f5es b\u00edblicas relacionadas com este assunto (Mt 19:7-9; Mc 10:2-12; Lc 16:18; Rm 7:2,3; I Co 7:2, 10,11).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">5. Se um crist\u00e3o solteiro quer permanecer assim, seu desejo deve ser respeitado e entendido como uma alternativa b\u00edblica (I Co 7:8, 32-34).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<strong>C. Ordem Divina no Lar<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">1. Quando Deus criou o homem, macho e f\u00eamea os criou (Gn 1:27). Deus lhe deu n\u00e3o s\u00f3 caracter\u00edsticas diferentes (I Cor 11:14, 15; l Pd 3:7), como responsabilidades diferentes (Gn 3:16-<br \/>\n19; I Pd 3:1-7).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">2. Por ordem de Deus, o homem \u00e9 o cabe\u00e7a do lar (Ef 5:22-31; Cl 3:18, 19).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">3. Os pais devem educar e disciplinar os filhos (Ef 6:4; Cl 3:21), e os filhos devem obedecer aos pais (Ex 20:12; Ef 6:1-3; Cl 3:20). Para que possa haver harmonia no lar, \u00e9 necess\u00e1rio observar a ordem de responsabilidade que Deus estabeleceu.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<strong>V. TEMPERAN\u00c7A E CONDUTA<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nossa conduta deve ser regida pelo dom\u00ednio pr\u00f3prio, devemos evitar atividades e atitudes que sejam ofensivas ao nosso pr\u00f3ximo ou que gerem falsas interpreta\u00e7\u00f5es, abuso, ou comprometimento com terceiros, induzindo-nos \u00e0 perda da nossa liberdade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>A. A Pr\u00e1tica da Temperan\u00e7a<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">1. A temperan\u00e7a ou dom\u00ednio pr\u00f3prio \u00e9 uma das virtudes cardinais que (I Co 9:25; Tt 1:8; 2:2) figura na lista do fruto do Esp\u00edrito Santo (Gl 5:23).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">2. Uma das admoesta\u00e7\u00f5es b\u00edblicas \u00e9 que pratiquemos a modera\u00e7\u00e3o e equil\u00edbrio em nossa conduta (Fp 4:5).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">3. As Escrituras declaram que uma das nossas prerrogativas \u00e9 controlar nossos pr\u00f3prios pensamentos (Fp 4:8), nossa ira (Ef 4:26) e nosso falar (Ef 4:29; Cl 3:8).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">4. O exerc\u00edcio da autodisciplina reflete o poder de Deus em nossa vida (I Co 9:27; II Pd 1:5-11).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>B. A Conduta Ofensiva<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">1. A B\u00edblia diz que uma das provas do nosso amor ao pr\u00f3ximo \u00e9 sermos sens\u00edveis \u00e0s suas necessidades e sentimentos (Mt 23:29; Rm 12:9-21; 13:10; Fp 2:3,5).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">2. Muitas vezes \u00e9 necess\u00e1rio o controle da nossa conduta para n\u00e3o ofendermos ao nosso pr\u00f3ximo (Rm 14:13-21; I Co 8:9-13).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">3. Assim como conhecemos a Cristo pelo Esp\u00edrito Santo, por esse mesmo Esp\u00edrito devemos conhecer o nosso pr\u00f3ximo, evitando assim, julgamentos pela apar\u00eancia (II Co 5:16).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">4. Nossas rela\u00e7\u00f5es com nosso pr\u00f3ximo, devem caracterizar-se pelo respeito e toler\u00e2ncia, mormente, quando h\u00e1 acentuadas diferen\u00e7as (Rm 14:2; I Co 8:8; Ef 4:2; Cl 3:13; I Tm 4:1-5).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<strong>C. Excessos e Escravid\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">1. O benef\u00edcio primordial de Cristo foi libertar-nos do dom\u00ednio das for\u00e7as negativas (Jo 8:32, 36; Rm 6:14; 8:2). Somos exortados a n\u00e3o nos colocarmos debaixo do jugo da escravid\u00e3o (Gl 5:1).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">2. Portanto, cada crist\u00e3o deve abster-se de quaisquer subst\u00e2ncias alucin\u00f3genas, tais como: tabaco, \u00e1lcool, drogas, etc. Deve tamb\u00e9m evitar da participa\u00e7\u00e3o em jogos de azar, e as glutonarias que profanam o corpo ou escravizam o esp\u00edrito, os quais foram libertos por Cristo (Pv 20:1; 23:20- 35; Is 28:7; I Co 3:17; 5:11; 6:10; II Co 7:1; Tg 1:21).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<strong>VI. APAR\u00caNCIA MODESTA<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O princ\u00edpio b\u00edblico da mod\u00e9stia aplica-se tanto \u00e0 nossa apar\u00eancia pessoal, modo de vestir que realce o testemunho crist\u00e3o. Quanto no evitar o orgulho, presun\u00e7\u00e3o e a sensualidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>A. A Mod\u00e9stia<\/strong><br \/>\n1. A mod\u00e9stia, \u00e9 uma gra\u00e7a espiritual interna, que se manifesta na conduta exemplar, livre de atos impuros ou indecentes, sendo pura no pensamento, gerando comedimento no vestu\u00e1rio e no comportamento (Ef 4:25, 29,31; 5:1-8; I Tm 2:9).<br \/>\n2. Portanto, a mod\u00e9stia, inclui nossa apar\u00eancia pessoal, conduta, modo de vestir e falar, e \u00e9 aplic\u00e1vel a todos os atos da nossa vida. Seu ponto essencial \u00e9 o estilo de vida que agrada a Deus.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>B. Apar\u00eancia e Modo de Vestir-se <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">1. Nossa vida, nosso car\u00e1ter e nosso autoconceito, refletem-se na nossa apar\u00eancia e modo de vestir. A recomenda\u00e7\u00e3o b\u00edblica \u201cn\u00e3o vos conformeis com este mundo\u201d, lembra-nos que nosso trajar deve ser modesto e decente em todos os sentidos (Rm 12:2; I Ts 5:22, 23).<br \/>\n2. Deus n\u00e3o pro\u00edbe o trajar-se do bom e do melhor. Todavia, acima de tudo devemos buscar a beleza espiritual, a qual n\u00e3o vem do uso externo de j\u00f3ias, vestidos e cosm\u00e9ticos de altos pre\u00e7os, mas de um esp\u00edrito af\u00e1vel e apraz\u00edvel -(Fp 4:8; I Pd 3:3-5), o qual manifesta pureza de palavras e obras.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>C. Orgulho, Presun\u00e7\u00e3o e Sensualidade <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">1. Como crist\u00e3os, piedosos, devemos evitar toda lasc\u00edvia, e evitar os modos de vestir, que provoquem pensamentos, atitudes e estilos de vida imorais (Gl 5:13-21; I Pd 2:11; II Pd 1:4).<br \/>\n2. Adorno externo, seja vestido ou j\u00f3ia, como exibi\u00e7\u00e3o ostensiva, \u00e9 contr\u00e1rio \u00e0 atitude espiritual (Tg 2:1-4).<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>II. 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